Precisamos aprender com Kehinde, protagonista de “Um defeito de cor”
Publicado em 2006, romance de Ana Maria Gonçalves mostra a epopeia da africana Kehinde, escravizada no Brasil no século 19. Por aqui ela recebeu o nome de Luiza, participou de momentos importantes contra a escravidão e se tornou livre. “Um defeito de cor” tem 950 páginas, mas é uma leitura que prende, avalia o colunista Victor Simião.