Conheça os canhões de pipoca de fábrica na região de Maringá; vídeo
Um dos canhões em funcionamento na fábrica de pipoca | Foto: Pipocas Beija-Flor

Marialva

Conheça os canhões de pipoca de fábrica na região de Maringá; vídeo

Paraná por Ricardo Freitas/GMC Online em 03/07/2022 - 19:18

Preparar pipoca em casa é algo relativamente fácil: panela, óleo, temperatura certa, esperar alguns minutos e pronto. As de micro-ondas, então, são ainda mais práticas. Mas, em uma fábrica, que produz 1 tonelada por dia, como estourar tanta pipoca para atender a demanda?

Em uma fábrica em Marialva, na região de Maringá, a solução encontrada foi instalar nove canhões de pressão que estouram 180 kg por hora. O funcionamento chama atenção e vídeos feitos na empresa viralizaram na internet. Um dos sócios, Sérgio Luiz Zafalon, conta como é funcionamento dos canhões.

“Esse equipamento é chamado de canhão de expansão, de alta pressão. A gente coloca o milho dentro e funciona como se fosse uma panela de pressão comum. Aí vem o calor, existe a pressão e depois de cerca de 15 minutos saem 5 quilos de pipoca por canhão, que funcionam 8 horas por dia. Outro detalhe: não usamos óleo”, afirma Zafalon.

Depois disso, outro processo chama a atenção na fábrica: o de caramelizarão. As pipocas vão para uma espécie de “betoneira”, onde são secadas e adoçadas com o chamuscador ligado. Veja o vídeo abaixo:

O sócio da fábrica em Marialva diz que a repercussão do processo de fabricação foi uma surpresa para ele. “As pessoas têm muita curiosidade na produção. A curiosidade é inerente do ser humano, né? Muito legal fazer algo que as pessoas admiram”, disse Zafalon.

As tecnologias têm ajudado a fábrica a expandir os negócios, segundo os proprietários da fábrica. Zafalon explica que a empresa começou em 2006 no fundo de uma garagem, e hoje ocupa uma área de 2 mil metros quadrados, com capacidade de produção de 9 mil quilos por dia. Além da pipoca, existem outros 8 produtos que são vendidos para 4 estados.

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Processo de caramelização. Foto: Ricardo Freitas
Processo de caramelização. Foto: Ricardo Freitas
Sérgio Luiz Zafalon, um dos sócios da empresa |Foto: Ricardo Freitas
Sérgio Luiz Zafalon, um dos sócios da empresa |Foto: Ricardo Freitas