Na era do “instagramável”, lavouras de girassol são um convite para o registro fotográfico.
E uma lavoura toda florida está à disposição de visitantes no Centro Universitário Metropolitano de Maringá, a Unifamma.
A área de aproximadamente 200 metros quadrados é a extensão de um experimento agrícola do curso de agronomia da instituição.
E o experimento é realizado em parceria com a Embrapa Soja, explica o coordenador do curso de agronomia da Unifamma, professor Júlio Colela. [ouça o áudio]
Além de uma bela planta, o girassol é também cercado de curiosidades.
Quando jovem, a flor do girassol acompanha o movimento do sol, daí o nome.
Um fenômeno que se chama heliotropismo.
Quando amadurece, a planta pára de se mover e fica voltada para o leste.
A lavoura na Unifamma ainda acompanha o sol, por isso o horário do almoço não é um bom momento para registros fotográficos. [ouça o áudio]
E os girassóis podem ficar gigantes, com até mais de quatro metros de altura. A variedade desenvolvida pela Embrapa Soja alcança até dois metros e meio de altura. [ouça o áudio]
A plantação de girassóis está na fazenda da Unifamma, que é integrada ao campus. A pró-reitora Karen Bortoloti diz que os visitantes podem acessar o local em horário comercial. [ouça o áudio]
A proposta é que o experimento seja realizado todos os anos.
O campo de girassóis fica na Unifamma, na Av. Virgílio Manília, nº 22.260, Jardim Ouro Cola, em Maringá.