Dados do Observatório Covid-19 apontam tendência de alta de casos em Maringá
Foto: Clevis Massolla/SESA

Coronavírus

Dados do Observatório Covid-19 apontam tendência de alta de casos em Maringá

Saúde por Luciana Peña em 05/05/2022 - 09:16

O número de mortes não está aumentando. A explicação é o período de imunidade que parece ser de cinco a seis meses, daí a importância da dose de reforço da vacina. Maringá tem quase 53% da população com a 3ª dose.

Esta semana o Observatório Covid-19 da Unicesumar e Codem divulgou mais uma análise da situação da pandemia na cidade.

Os dados, que são extraídos do boletim diário divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, mostram uma estabilidade de novos casos da doença, mas com tendência de alta.

O número de casos ativos no boletim mais recente, dessa quarta-feira (4), é de 1505. O que corresponde ao número de pessoas que estão em isolamento ou internadas.

O professor Guaracy Silva, coordenador do Observatório Covid-19, diz que está ocorrendo em Maringá o mesmo que se viu em outras cidades: o aumento de contaminações. [ouça o áudio acima]


O que tranquiliza é que o número de casos graves e mortes não estão aumentando. Dos 91 pacientes que estão internados em leitos de UTI adulta pelo SUS na cidade, quatro estão com Covid-19. [ouça o áudio acima]

A explicação para essa tendência de alta é a imunidade, tanta a adquirida pela vacina, quanto a adquirida pós-infecção. Essa imunidade parece ser de cinco ou seis meses. Daí a importância de tomar a terceira dose, ou dose de reforço, da vacina contra a Covid-19. Maringá tem quase 53% da população imunizada com três doses. [ouça o áudio acima]

A recomendação, além de tomar a vacina de reforço, é manter os hábitos de higiene, como lavar frequentemente as mãos, e usar máscaras em ambientes com aglomeração.

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