E o Procon vai para...
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O Assunto é Política

E o Procon vai para...

Por Diniz Neto em 06/06/2019 - 10:04
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E O PROCON VAI PARA O MDB?
Tendo presidente o vice-prefeito Edson Scabora, o MDB deverá ter alguns líderes e filiados participando da administração municipal.

Uma das possibilidades é a nomeação de um emedebista, membro da executiva que está sub judice, para diretor do Procon. O escolhido, segundo informações de mais de uma fonte, é Geison Elias Ferdinandi.

Lembrando que a executiva nomeada pelo diretório estadual tem como presidente o vice-prefeito Edson Scabora; tesoureira a secretária de Educação, Gisele Colombari Gomes,  e ainda o secretário de Obras, Albari Alves de Medeiros; Geison Elias Ferdinandi e Wanderlei de Oliveira Enami. 

 

DISSIDÊNCIA
Havia expectativa de que outros emedebistas da velha guarda fossem convidados para participar da equipe da administração de Maringá. Mas isso não ocorreu, o que já gerou uma mobilização.

Há uma expectativa, também, em relação à decisão judicial sobre o Diretório Municipal e a sua dissolução. A expectativa é pela manutenção do Diretório, que tem mandato até outubro.

 

CONVENÇÃO
Tudo indica que o comando do MDB tende a ser resolvido em uma convenção municipal, que teria que ser convocada e realizada até o fim do ano. Neste caso a maioria das pessoas que acompanham a política de Maringá consideram quase impossível vencer a velha guarda do partido, que poderia estar novamente unida para essa disputa.

 

NOVO FAZ REUNIÃO
Partido NOVO marcou para o dia 13 de junho, das 19 às 20 horas, na pin Cometogether Coworking, Avenida Teixeira Mendes 3096 - Zona 04, uma reunião para apresentação do partido.

O link para o evento, no Facebook, é o seguinte: https://www.facebook.com/events/615098929010413

 

COMPARAÇÕES – NÚMERO DE VEREADORES NOS MUNICÍPIOS COMPARADOS
Enfocamos esses dias o caso dos vereadores de Arcos, cidade mineira, a 120 quilômetros de Belo Horizonte, que reduziu seus salários de R$ 6 mil para R$ 1.236,00 e o número de vereadores de 13 para 9, para a próxima legislatura.

Comparamos os municípios de Maringá e seus vizinhos Sarandi, Marialva e Mandaguari. Marialva e Mandaguari pela população, próxima à de arcos, que é um pouco maior e tem 40 mil habitantes.

Nos textos, coloquei a Câmara de Marialva com 13 vereadores. Foi um erro que cometi apesar de saber e ter certeza do número correto, que é de 9 vereadores.

Fiz nova tabela, incluindo esse dado do número de vereadores.

Ressalvo ainda que Marialva tem uma Câmara Municipal bastante atuante, que tem produzido projetos criativos, que se destacam pela utilidade à população.

Um deles, recente, é o Banco de Ideias. Qualquer pessoa pode encaminhar sugestões à Câmara de Marialva, pela internet. Conheçam o projeto:http://www.camaramarialva.pr.gov.br/index.php?sessao=052047d7fdbi05

Reforçando: hoje, no país, políticos responsáveis, com apoio de lideranças sérias e responsáveis, devem ser unir para propor redução do número de vereadores e redução de salários de vereadores, prefeitos e vices. Não há justificativa lógica para se manter câmaras municipais nos atuais níveis salariais, em muitos casos com número elevado de servidores, com altos salários também.

Em Maringá, por exemplo, além da redução de salários é preciso cobrar a redução do número de assessores e dos salários pagos a servidores de carreira e CCs. A conta é muito elevada e pode ser reduzida, com responsabilidade, beneficiando a toda a população.

 

MUNICÍPIOS QUE NÃO SE SUSTENTAM
O empresário e advogado Valdir Pignata mandou comentário, novamente, falando que além da questão dos salários do vereadores, prefeitos e vices é preciso ir ainda mais fundo na discussão e repensar a existência de pequenos municípios, com menos de 5 mil habitantes, com arrecadação própria muito insipiente.

Falamos aqui, algumas vezes, sobre essa situação e vamos colocar aqui alguns links para colunas em que tratamos desse assunto.

 

O assunto é de fato dramático: Um em cada três municípios brasileiros não consegue gerar receita suficiente sequer para pagar o salário de prefeitos, vereadores e secretários. O problema atinge 1.872 cidades que dependem das transferências de Estados e da União para bancar o custo crescente da máquina pública, segundo levantamento da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio).

Alguns desses municípios foram criados após a Constituição de 1988, que facilitou esse movimento, e ainda não conseguiram justificar sua emancipação. Essa falta de autonomia financeira, porém, não impediu que voltasse ao Congresso um projeto de lei que permite a criação de pelo menos 200 novos municípios – só para lembrar que esse projeto que cria novos municípios está tramitando, vejam o perigo da ampliação desse desastre!

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