Durante os trabalhos periciais, foram recolhidas 31 cápsulas deflagradas de pistolas calibres 9mm e .380, o que reforça a violência da execução. Segundo a PM, Giovanni possuía diversas passagens pela polícia, inclusive por homicídio, e havia deixado recentemente o sistema prisional de Foz do Iguaçu, onde cumpriu cerca de 11 anos de pena. No momento do crime, ele utilizava tornozeleira eletrônica.
A irmã da vítima, proprietária da residência onde Giovanni morava havia aproximadamente dez dias, relatou à polícia que ouviu os disparos, mas permaneceu no quarto por medo. Após o cessar dos tiros, familiares encontraram o corpo sobre a cama. O celular da vítima foi levado pelos atiradores.
Um investigador da Polícia Civil de Sarandi esteve no local colhendo informações. A principal linha de investigação considera que o fato de o celular ter sido levado pode indicar contato prévio entre a vítima e os autores do crime ou até mesmo uma possível traição. Giovanni seria natural do município de Santa Fé.
A Polícia Civil segue com as investigações e pede a colaboração da população. Informações que possam ajudar na identificação dos suspeitos podem ser repassadas de forma anônima às autoridades.